Para refletir
2010
- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas.
- Mas como fazer boas escolhas?
- Experiência.
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas…
Development and Design
- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas.
- Mas como fazer boas escolhas?
- Experiência.
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas…
Hoje resolvi variar um pouco. Como estou ajudando um amigo no seu TCC, escrevi para ele uma função bem legal, pelo menos eu achei, depois me falem o que acharam. Eu vou colocar ela aqui em duas etapas. Nessa primeira, vamos criar uma lista, somente passando uma tabela do banco. A assinatura da função vai ficar mais ou menos assim:
<?php
include_once('conexao.php');
include('funcoes.php');
CriarLista('Estado');
?>
A conexão é bem simples, faça como quiser.
Já a função, baseia-se na instrução SQL: SHOW FULL COLUMNS FROM TB_CLIENTE. Essa instrução retorna uma lista com os campos: Field, Type, Collation, Null, Key, Default, Extra Privileges e Comment. Para nós, nesse momento só interessam Field e Comment. Explico. Pegaremos os campos que retornam nessa SQL e com eles, comporemos a nova SQL com os campos que a primeira retornou, ficou claro?
Nos comments da tabela em questão, eu coloquei a descrição dos campos, tipo o campo EST_CODIGO tem o comentário “Código”.
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Apesar do povo no twitter querer me massacrar quando digo que o Delphi é uma linguagem (muito boa por sinal), há muito que ele não trata mais de Pascal com uma IDE bonitinha. Mas como eu respondi lá, isso é uma questão comercial, que pouco me importa, afinal, não ganho ou perco um centavo com isso. Quanto a linguagem ser boa, não há dúvidas, com ela eu construi minha casa, estou pagando o carro, os meus treinamentos, a educação do meu filho…
Piadas à parte, vamos ao ponto, no último post que eu tratei sobre o assunto (Orientação à Objetos) a coisa ficou meio descontextualizada, principalmente por se tratar de uma palestra que fiz aqui na Produtec. Assim, vou tentar simplificar um pouco mais o conceito, sem necessariamente entrar na conversa com o banco.
Primeiro vamos imaginar um problema. Alguém lhe fez a solicitação:
Criar uma classe Lampada, que tenha como ser ligada, desligada e possa me responder seu atual estado (ON/OFF). Essa pessoa lhe solicitou também um formulário que interagisse com essa classe, acessando os seus métodos.
Então vejamos, temos uma classe mais ou menos como a desenhada abaixo:

Como vemos, teremos então a classe Lampada, que possuirá um atributo privado chamado acesa do tipo boleano e três métodos públicos bastante simples; ligarLampada() muda o atributo acesa para true, desligarLampada() seta o atributo para false e isLampadaLigada() que retorna o estado do atributo. Até aqui bem simples.
Para a implementação eu vou herdar de TControl, por enquanto isso será suficiente, afinal não quero ter que implementar as coisas mais básicas na mão, como a criação do componente e tal. Isso fica mais ou menos assim:
unit uLampada;
interface
uses Controls;
type
TLampada = class(TControl)
private
Facesa: Boolean;
procedure Setacesa(const Value: Boolean);
property acesa: Boolean read Facesa write Setacesa;
public
procedure LigarLampada;
procedure DesligarLampada;
function isLampadaLigada: Boolean;
end;
implementation
{ TLampada }
procedure TLampada.DesligarLampada;
begin
acesa := False;
end;
function TLampada.isLampadaLigada: Boolean;
begin
Result := acesa;
end;
procedure TLampada.LigarLampada;
begin
acesa := True;
end;
procedure TLampada.Setacesa(const Value: Boolean);
begin
Facesa := Value;
end;
end.
Percebam aqui algumas particularidades do Delphi. Pra começar, os métodos tem um “tipo”. Métodos que necessitam retornar valores são declarados como function e os que não precisam retornar valor, portanto são somente procedimentos, são assim chamados procedure. Ambos podem receber parâmetros, mas no nosso exemplo não tivemos necessidade. A única diferença é mesmo o retorno.
Para declarar a propriedade acesa, eu simplesmente digitei property acesa:boolean; e pressionei o atalho Ctrl+Shift+C. Isso nos leva a outro ponto legal de destacar que é o encapsulamento. Veja como ficou o código:
private
Facesa: Boolean;
procedure Setacesa(const Value: Boolean);
property acesa: Boolean read Facesa write Setacesa;
Assim, na prática, o valor será gravado em Facesa (o “F” é padrão do Delphi, não pergunte). Como se percebe ele completou a linha com as cláusulas read e write, determinado assim o Getter e o Setter da propriedade acesa. Portanto quando uma chamada um outro objeto acessar a propriedade acesa, a classe irá ler o valor da variável Facesa e na hora de atribuir o valor, o procedimento Setacesa(const Value: Boolean);.
A cláusula const antes do parâmetro indica que o mesmo não pode ser alterado no corpo do procedimento. Ele pode ser atribuído normalmente na chamada.
Com o procedimento SetAcesa podemos colocar quaisquer tratamentos que se fizerem necessários. Mas isso é assunto para outro post.
Para a aplicação rodar como pedido, devemos criar um formulário que interaja com um objeto da classe criada. Vou não criar muita firula aqui, serão apenas 3 botões, Ligar, Desligar e Status.
Aqui fica mais clara ainda a simplicidade desse sistema. Basta criar uma instância da classe TLampada e fazer com que os botões acessem os seus métodos. Veja como ficou simples.
unit uInterruptor;
interface
uses
Windows, Messages, SysUtils, Variants, Classes, Graphics, Controls, Forms,
Dialogs, StdCtrls, uLampada;
type
TfrmInterruptor = class(TForm)
btnLigar: TButton;
btnDesligar: TButton;
btnStatus: TButton;
procedure btnStatusClick(Sender: TObject);
procedure btnDesligarClick(Sender: TObject);
procedure btnLigarClick(Sender: TObject);
procedure FormCreate(Sender: TObject);
private
MinhaLampada: TLampada;
public
end;
var
frmInterruptor: TfrmInterruptor;
implementation
{$R *.dfm}
procedure TfrmInterruptor.btnDesligarClick(Sender: TObject);
begin
MinhaLampada.DesligarLampada;
end;
procedure TfrmInterruptor.btnLigarClick(Sender: TObject);
begin
MinhaLampada.LigarLampada;
end;
procedure TfrmInterruptor.btnStatusClick(Sender: TObject);
var
cMsg: String;
begin
cMsg := 'A lâmpada ';
if not MinhaLampada.isLampadaLigada then
cMsg := cMsg + 'não ';
cMsg := cMsg + 'está ligada.';
ShowMessage(cMsg);
end;
procedure TfrmInterruptor.FormCreate(Sender: TObject);
begin
MinhaLampada := TLampada.Create(Self);
end;
end.
A única dica é criar a MinhaLampada na criação do formulário. Não preciso me preocupar com dispor dela, pois ela foi criada “afiliada” ao form, portanto quando um for para o vinagre o outro vai junto.
Bom pessoal, agora que desaceleramos e começamos de maneira mais básica acho que consegui isolar um pouco mais os conceitos. Acredito que todos entendem que temos uma classe TLampada, com atributos privados, com métodos públicos que nos permitem controlar a lâmpada. Esclarecemos também que o que se manipula posteriormente é a instancia, o objeto MinhaLampada, não a classe. E podemos ter quantas instancias da Lampada criadas dentro da nossa aplicação.
No próximo post sobre o assunto vamos criar um serviço que controle a “energia” do exemplo. Até lá.
Já me ocorreu necessidade de rodar alguns scripts simples, para dar manutenção em clientes. A procedure abaixo coleta o conteúdo de um TMemo e envia para banco executar. Qualquer ErrorCode maior que zero indica que houve uma mensagem de retorno negativa. Infelizmente não tenho essa tabela de códigos disponível.
procedure TForm1.ExecutaScript;
var
ErrorCode: Integer;
begin
try
ErrorCode := Conexao.ExecuteDirect(MemoSQL.Text);
// Conexao é um TSQLConnection já conectado ao banco.
if ErrorCode = 0 then
ShowMessage('Script rodado com sucesso');
{Se retornar diferente de "0" é porque algo de errado aconteceu}
if ErrorCode <> 0 then
raise Exception.Create( 'Error: code = ' + IntToStr( ErrorCode ) )
except
on E: Exception do
ShowMessage( E.Message );
end
end;
Só testei em Oracle, mas não vejo motivos para não rodar em Interbase.
Aconteceu de eu precisar tratar uma mensagem no TMaskEdit e minha memória idosa não se lembrar de como fazê-lo. Para que isso não ocorra mais e caso alguém tenha a mesma dúvida, deixo aqui registrada a solução.
Hoje, o componente em questão, estava com a máscara ‘!00:00:00;1;_’ o que obriga o que as posições marcadas pelo 0 sejam preenchidas. Por mais bobo que seja, basta trocar o 0 por 9 e fazer o tratamento no evento que mais lhe convier, no meu caso no OnExit do mesmo, como se segue:
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Já tem um bom tempo que programo com Delphi. E sempre ouvi críticas pesadíssimas sobre o quanto a linguagem é ruim. Eu sempre acreditei que existiram sempre programadores ruins e que os programas saiam ruins, o que gerou essa impressão negativa, bem como os vários problemas que a Borland (fabricante do Delphi, agora CodeGear) impôs nas mudanças de versão. Assim, resolvi desmistificar essa coisa de que é impossível programar orientado à objetos usando o Delphi.
Segue o material do nosso último treinamento, sobre como usar o Delphi, orientado à objetos.
Embora pareça que estamos trabalhando com OO desde sempre, afinal instanciamos objetos baseados em classes, isso não é inteiramente verdade.
Como me disse um professor certa vez: “Seu sistema é orientado à objetos? Ótimo. Me mostre a sua classe NotaFiscalSaída.”
Assim achei por bem usar um exemplo bem simples, estados e cidades para mostrar o poder que o Delphi tem e de quebra demonstrar que o que está errada é a maneira como programamos e não a linguagem que usamos, seja ela qual for.
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Um paciente vai num consultório psicológico e diz pro doutor:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo.
Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima.
Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. -diz o psicólogo.
- Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? – pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão – responde o psicólogo.
- Bem, eu vou pensar – conclui o sujeito. Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? – pergunta o psicólogo.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? – pergunta o psicólogo.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama…
Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!
HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO!!!
Olá moçada, sei que ando meio abandonando esse espaço, mas como as responsabilidades só estão que aumentam a atualização aqui fica cada vez menor.
O meu amigo, Professor Burnes, montou um evento super legal, o IT Conf. Vai ser um ciclo de palestras aqui em Maringá com algumas cabecinhas bem interessantes, como Ricardo Piologo (Mundo Canibal) e Rodrigo Fernandes (Jacaré Banguela).

IT Conf
As inscrições estão abertas no site do evento. Vou tentar conseguir uns convites extras e sortear pra galera aqui.
Acompanhem por aqui ou pelo twitter. Em breve vou divulgar como vai ser o sorteio.
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